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Hoje começo com uma anedota, para ilustrar o tema.Num porta-aviões, no mar alto, três almirantes de nacionalidades diferentes disputavam o que é “ter tomates”.
O almirante russo chamou um dos seus subordinados e ordenou-lhe: “Nikolai, vais-te atirar deste barco, dás trinta voltas a nado ao mesmo e apresentas-te no convés”. Prontamente obedecido, quando o exausto marinheiro regressou da missão, o almirante russo encarou os seus colegas americano e português e disparou: “Estão a ver? É preciso tomates para fazer isto num barco em movimento!”.
Imediatamente o almirante americano chama o seu marine e manda: ”John, vais-te atirar deste barco, dás sessenta voltas, mergulhas, violas uma foca e voltas à minha presença”. Cumprida a ordem a preceito, o almirante americano gabou-se sonoramente: “Estão a ver? Para isto é que é preciso ter tomates”.
O almirante português não se atrapalhou: “Ó José, chega-te aqui. Tu vais-te atirar borda fora, dás cem voltas ao porta-aviões, mergulhas e violas uma foca, voltas para cima, mergulhas outra vez, sodomizas um tubarão e só depois voltas para aqui”. Ao que o marinheiro lhe respondeu: “E o senhor não quer pedir à p… que o pariu para fazer isso tudo?”.
Ufano, o almirante português confrontou os seus patenteados colegas: “Estão a ver? É preciso ter tomates para falar com um almirante desta maneira!”.
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